A celebração de 26 anos é conhecida como Jubileu de Alexandrita, o marco carrega o significado de resiliência, constância e profunda adaptação, características que o Hospital Santa Marcelina de Itaquaquecetuba demostra ao longo de sua trajetória.
Referência na Grande São Paulo, a unidade foi inaugurada no dia 24 de março de 2000 e, desde então, é gerenciada pela Santa Marcelina em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde.
Para comemorar a data, foi realizada nesta manhã (07), no hall da capela do hospital, a Missa de Ação de Graças pelos 26 anos de atendimento prestado à população do Alto Tietê.
Missão que vem do coração
Em discurso, após a celebração, Gilberto Lima, administrador do hospital, agradeceu o empenho de todos os marcelinos que atuam no atendimento humanizado e de excelência prestado pela unidade.
“Agradeço aos que vieram de outras unidades para prestigiar essa data, mas em especial deixo o meu obrigado aos funcionários que trabalham aqui, conhecem as demandas e estão sempre dispostos a ajudar ao próximo”, ressaltou.
Além de Itaquaquecetuba, o serviço assistencial abrange os munícipios de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano. São cerca de 1,7 milhões de habitantes beneficiados.
A diretora-presidente da Santa Marcelina Saúde, Irmã Rosane Ghedin, destacou a coragem de assumir a missão de cuidar de tantas pessoas. “Os desafios não vão faltar, mas eles que nos impulsionam a buscar soluções e olhar para frente com entusiasmo. Que vocês se sintam gratificados por esses 26 anos”.
Banda da Pastoral
A banda que entoou os cânticos da missa é formada por três voluntárias, que estão na Pastoral de Itaquá há mais de duas décadas. Bernadete Rodrigues iniciou sete meses após a inauguração do hospital, hoje, aos 57 anos, é a violonista.
Antônia Aparecida Silva Perez, 68, entrou quatro anos depois da colega e já era parte da pastoral da região quando decidiu atuar na unidade hospitalar. Além de recitar os Salmos durante as missas, ela dá apoio na voz durante as canções.
Neuza Maria de Souza, 62, foi a última a completar a formação, iniciou como voluntária nos serviços gerais, mas seu talento para o canto foi notado pelos companheiros da pastoral, que a incentivaram a participar da banda.
“Eu acabei de retornar, após um ano de tratamento contra um câncer de mama, feliz em poder seguir grata e realizada. Quando cheguei aqui, eu achava que não era capaz”, declarou.
- Banda da Pastoral de Itaquá (Bernadete, Neuza e Antônia)
