Porto Velho fabrica próteses em 3D para pacientes amputados

 

Atividades aparentemente simples como escrever o próprio nome ou escovar os cabelos podem exigir um esforço extremo a quem a vida resolveu surpreender. Mas, a mesma que aplica alguns percalços também apresenta pessoas dispostas a pensarem além de si.

Foi assim que a vida do João Victor, de 7 anos, ganhou uma ‘mãozinha’ graças a sensibilidade de Wania Evangelista, Irmã Lina e Rose Ceolin, que trabalham no Hospital Santa Marcelina, em Porto Velho.

Vendo os desafios diários do pequeno João, que usa próteses nas pernas e não tem uma das mãos, Wania conta que resolveu criar um projeto que pudesse ajudar pessoas que sofreram a perda de algum membro a recuperarem os movimentos – com a ajuda da tecnologia, no caso.

“Eu via o João todos os dias e entendi que precisava fazer algo. Eu entrava na internet e procurava pessoas que trabalhassem com próteses feitas em impressoras 3D .Foi quando alguém me apresentou um vídeo do Thiago (engenheiro mecatrônico) entregando uma prótese a uma criança. Liguei para ele e disse que tinha um projeto em Rondônia. E ele topou”, lembra Wania.

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Assista aqui o vídeo dessa matéria veiculada pelo JRO (Globo Rondônia) 

Créditos
Foto: Pedro Bentes/G1

Notícia: Site G1
Vídeo: JRO (Jornal de Rondônia / Globo)